Luciano Araújo defende continuidade do auxílio emergencial

O presidente estadual do Solidariedade na Bahia, Luciano Araújo, defende a volta do auxílio emergencial, benefício financeiro destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados. O auxílio teve como objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do novo coronavírus no Brasil. O benefício foi pago em nove parcelas durante o ano de 2020 e foi extinto oficialmente em janeiro deste ano.

“Estamos vivendo uma segunda onda da Covid-19. Diariamente vemos o crescimento no número de casos da doença. Diante disso, defendemos o retorno do benefício”, disse.

De acordo com Luciano Araújo, diversos cidadãos continuam sofrendo com o impacto negativo na sua vida financeira devido à Covid-19. “Milhões de brasileiros estão sem nenhuma fonte de renda para sobrevivência”, afirmou.

Esta semana, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitirem a possibilidade de recriação do benefício, depois de meses de negação.

Projeto de Lei

Tramita na Câmara dos Deputados um Projeto de Lei (5514/2) que institui, até 30 de junho de 2021, o chamado “auxílio emergencial consecutivo”, a ser pago em até seis parcelas mensais de R$ 600 ao trabalhador informal em virtude da pandemia de Covid-19.

Redução do valor

Em dezembro, Luciano Araújo criticou a redução do valor pago aos beneficiários do Auxílio Emergencial, de R$ 600 para R$ 300. Na ocasião, o presidente do Solidariedade temia que o cenário para janeiro fosse ainda desfavorável, já que não existia previsão de prorrogação do pagamento do auxílio para o ano de 2021.